O artigo discute as perspectivas para as usinas termoelétricas movidas por resíduos sólidos urbanos (WTE) no Brasil e o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores, que pode ser impulsionado pelo leilão A-5, exclusivo para esse tipo de geração, previsto para ocorrer em 30 de setembro. O autor traz para a discussão algumas experiências concretas que vêm ocorrendo, como a entrada da norte-americana Babcock&Wilcox (B&W) e da suíça-japonesa Hitach Zosen Inova no Brasil, bem como a estruturação de grupos dedicados à operação desse tipo de usinas mundo afora, como a francesa Violia e Suez e a espanhola Sacyr. Além disso, destaca-se a tecnologia desenvolvida pela Zeg Ambiental, que viabiliza a geração por WTE em cidades de menor porte e o enorme potencial brasileiro para a expansão dessa modalidade de usinas. 

Brasil Energia – Marcelo Furtado (Colunista do Brasil Energia)

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