O artigo expõe a discrepância das políticas de transição energética assumidas pelas grandes petroleiras europeias e as majors norte-americanas. Segundo o autor, as companhias europeias estão mais suscetíveis às pressões, anseios e influências da sociedade civil e lideram o movimento de transição energética, enquanto as norte-americanas ainda “andam de lado”. Nesse contexto, o autor explicita ações recentes que tiveram grandes impactos em algumas empresas, como a condenação da Shell no tribunal de Haia, “por causar mudanças climáticas perigosas à vida humana” e as reivindicações de acionistas ativistas descontentes com o rumo das estratégias climáticas tomadas pela Chevron e Exxon. A opinião de Larissa Rodrigues, do Instituto Escolhas, é trazida ao longo do texto, ressaltando a necessidade de avanço no processo de transição energética das petroleiras que continuam avançando em suas atividades exploratórias. Por fim, são explicitadas pequenas sessões com as perspectivas sobre as políticas que estão sendo conduzidas por cinco grandes companhias (BP, TotalEnergies, Equinor, Shell, Repsol).   

Brasil Energia – Felipe Salgado (Colunista do Brasil Energia)

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