A FGV Energia analisa uma possível extensão da crise hídrica ao final do próximo período úmido (abril de 2022) visando contribuir para o debate sobre soluções estruturais para o setor e que possam antecipar impactos econômicos de longo prazo. Os resultados das simulações indicam que podemos alcançar níveis de armazenamento no ano de 2022 ainda piores do que os observados em 2020/2021. À princípio os riscos não são significativos considerando os níveis mínimos recomendados pelo ONS. No entanto, deve-se considerar que o atual cenário hidrológico desfavorável poderá alcançar o próximo ano. Assim, são sugeridas medidas estruturais que poderiam ser tomadas para auxiliar o atendimento energético do SIN.

FGV – Amanda Azevedo, Ana Machado, Felipe Gonçalves, João Teles e Paulo Cunha (pesquisadores da FGV)

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https://fgvenergia.fgv.br/sites/fgvenergia.fgv.br/files/artigos/artigo_crise_hidrica_rev4.pdf