O estudo, realizado pela Deloitte em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro) e o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), com apoio institucional da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apresenta as ações, avanços e desafios da transformação digital na indústria de óleo e gás no Brasil. A Deloitte ouviu aproximadamente 50 empresas do setor de óleo e gás do país para entender o nível de maturidade digital do setor  e concluiu que, embora a maioria das empresas acreditem nos impactos positivos da transformação digital para seus negócios, ainda há um longo caminho para que transformação digital atinja as atividades principais das empresas. O estudo destaca que os investimentos em digitalização ainda são relativamente modestos e que se concentram em áreas determinadas como as não operacionais, com tendência de permanecer assim nos próximos anos. A digitalização é importante para as empresas de óleo e gás e pode impactar positivamente em diversos sentidos como, por exemplo, na segurança e na gestão, podendo evitar acidentes e danos ambientais. Em suma, enquanto o universo digital avança em diversos segmentos, a indústria de óleo e gás ainda caminha a passos curtos nesse cenário, não só no Brasil, mas no mundo todo.

Deloitte

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