Um dos principais focos da COP 26 foi a regulamentação do Artigo 6 do Acordo de Paris, que trata da cooperação internacional voluntária e do comércio global de emissões. Foi exatamente no sentido de reduzir o mal entendimento que existe sobre conceitos fundamentais e tipos de mercados de carbono que o iCS lançou este estudo. Na primeira seção, o documento resgata os fatores que nos conduziram ao regime climático atual, dando ênfase ao papel do progresso científico e à influência humana. Em seguida, os autores contextualizam o papel dos instrumentos de precificação de carbono no desafio mais amplo de descarbonização das economias e especificam os diferentes tipos de mercado de carbono. A terceira seção se concentra nos mecanismos do Artigo 6, principalmente os instrumentos que envolvem a transferência de resultados de mitigação entre países, explorando questões relevantes sob a perspectiva brasileira. Por fim, a última seção destaca oportunidades que poderiam ser exploradas pelo Brasil nos mercados de carbono sob o Acordo de Paris.

iCS – Caroline Prolo, Guido Guimarães, Inaiê Santos, Stephanie Theuer

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