O objetivo do artigo é trazer uma discussão a respeito das vantagens e desvantagens de uma eventual política de precificação de carbono a partir do setor elétrico brasileiro. Esta discussão, segundo os autores, foi revitalizada pela MP 998, que determinou a observância de critérios de emissão no planejamento do setor. Segundo o artigo, o Brasil, diferentemente da maioria dos países, tem um setor elétrico com baixa emissão de carbono e esse cenário acaba por limitar os potenciais benefícios da precificação de carbono no setor. Em sua conclusão, o estudo afirma que uma política da precificação de carbono não deve ser importada para o setor elétrico brasileiro sem levar em consideração as suas características de baixa emissão de carbono e o papel importante que as fontes fósseis seguirão tendo no que se refere à segurança energética..

Instituto Acende Brasil – Claudio J. D. Sales (Presidente Instituto Acende Brasil) e Alexandre Uhlig (Diretor Acende Brasil)

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