O artigo analisa criticamente argumentos utilizados para justificar ou defender a atual política dos Preços Paritários de Importação (PPI). Algumas dessas premissas, que na prática trazem aumentos contínuos nos preços dos combustíveis no Brasil, incluem: o petróleo não ser compatível com nosso parque de refino; o Brasil não ter capacidade de refino para atender nosso mercado de combustíveis; a necessidade da estatal de maximizar seu lucro; e, a relação entre falta de competição e preços são altos. A partir disso, Felipe Coutinho explicita que o Brasil tem capacidade de produzir e refinar o seu petróleo no país, mas o PPI tem promovido a importação de combustíveis e a exportação de petróleo cru. Segundo o autor, trata-se de um ciclo do tipo colonial, extrativo e primário exportador do petróleo cru do Brasil.

Instituto IluminaFelipe Coutinho (vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET)

Link de acesso:

http://www.ilumina.org.br/cinco-falacias-sobre-o-preco-paritario-de-importacao-ppi-praticado-pela-direcao-da-petrobras/